A "nova vida" de Andreas Schjelderup no Benfica representa uma reviravolta de 180 graus, transformando o extremo norueguês de um jogador quase transferível em janeiro num dos indiscutíveis e principais destaques da equipa sob o comando de José Mourinho, o jogador enfrentava falta de espaço, o selecionador da Noruega recomendava publicamente a sua saída e o Club Brugge tentava a sua contratação. Schjelderup desejava sair para somar minutos, mas perante a escassez de alas, José Mourinho identificou o norueguês como um "diamante por lapidar", lançando-o com regularidade na equipa titular.
O extremo explodiu na reta final da época, totalizando 10 golos e 6 assistências em 42 jogos, tornando-se um dos jogadores mais regulares do plantel e vencendo o prémio Cosme Damião para revelação do ano no Benfica.
